quarta-feira, 21 de janeiro de 2009


Passados o período eleitoral as Festas Natalinas, as Confraternizações de Final de Ano, finalmente chega o dia “D”. Dia de satisfação plena para muitos e de verdadeira azaração para outros.

Nas festas de final de ano, se incorpora politicamente falando, em ano de eleições, logo no início do novo ano, a POSSE DOS ELEITOS nos poderes Legislativo e Executivo, dos candidatos que lograram êxito nas eleições do ano que passou. Esta tem se constituído na culminância plena da Festa da Democracia Brasileira.

Muitos riram com seus eleitos e muitos choraram com seus derrotados. Período propício para se arrumar a mala. Tanto para quem vai chegando quanto para quem vai saindo. Neste festival de chegadas e partidas temos a POSSE DOS VEREADORES e a conseqüente eleição da MESA DIRETORA da Câmara para os próximos dois anos.

Neste momento começamos a vislumbrar uma grande diferença comportamental de nossos políticos. Como diz o dito popular “... Quer conhecer o homem? Dê-lhe poder...”, já percebemos uma grande verdade nesta afirmativa. Paciência, porém, pois são as regras do jogo político que não serão mudadas da noite pro dia.

Esperamos e queremos acreditar que passada a euforia, quem GANHOU MAIS PODER, saiba entender que ninguém chega a o poder sem o aval do povo e possam mediante esta reflexão, ter a capacidade de gerenciar os anseios da população e que sejam traduzidas estas expectativas como sendo o direito à melhoria da qualidade de vida de todos.

Que o poder que eles começam a exercer, possa ser compreendido como sendo um poder passageiro e transitório, portanto, deve ser exercido para o bem comum da coletividade e da sociedade como um todo. Que as questões de interesse coletivo possam ser discutidas e incrementadas ações acima de seus interesses pessoais e individuais.

Que daqui a alguns anos, quando quiserem retornar à cãs do eleitor, ao convívio com o eleitor, para um novo embate político, na qualidade de novamente candidato, levem nas mãos, não apenas projetos futuros, não apenas esperança de dias melhores nas suas eloqüentes palavras. E SIM, levem a suas prestações de contas dos serviços prestados em prol do bem comum, da melhoria da qualidade de vida, da evolução social e financeira de sua comunidade. Levem a mensagem com a certeza ao deve cumprido, pois os anos passam e para quem não planta, some na poeira.